Caminhar o acaso,
penetrar a bruma do desconhecido.
Em espirais de sonhos,
atingir o inatingível.
Andar de rochedo em rochedo
os passos de gigantes.
Açoitar os ventos,
balançar as nuvens.
Riscar um fósforo
e acender estrelas...
e apagar num sopro
a escuridão do mundo.
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